Laserterapia na síndrome genitourinária: uma revisão sistemática
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Resumo
Introdução: A síndrome geniturinária da menopausa (SGM) é caracterizada por sintomas urogenitais e sexuais associados à queda dos níveis de estrogênio. A laserterapia tem emergido como uma alternativa promissora às terapias hormonais, especialmente para mulheres com contraindicações ao uso de estrogênios. Objetivo: Avaliar, por meio de uma revisão sistemática da literatura, a eficácia e a segurança da laserterapia no tratamento da SGM. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática baseada nas diretrizes do PRISMA, com buscas nas bases PubMed, EMBASE, Cochrane Library, JAMA, SciELO e literatura cinzenta. Foram incluídos estudos publicados entre 2014 e 2024 que avaliaram o uso de laser CO₂ ou Er-YAG em mulheres com SGM. Resultados: Seis estudos preencheram os critérios de inclusão, sendo dois ensaios clínicos randomizados, dois estudos prospectivos e dois retrospectivos. A maioria demonstrou melhora significativa em sintomas como secura vaginal, dispareunia e qualidade de vida após o tratamento com laser. A laserterapia mostrou-se segura, com baixa incidência de efeitos adversos e alta taxa de satisfação. Conclusão: A laserterapia representa uma alternativa eficaz e segura para o manejo da SGM, especialmente em pacientes que não podem utilizar terapias hormonais. No entanto, mais estudos com maior tempo de seguimento são necessários para confirmar a durabilidade dos benefícios e estabelecer protocolos padronizados
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Palavras-chave
síndrome geniturinária da menopausa, laserterapia, menopausa, dispareunia, secura vaginal.