DSpace 7

DSpace is the world leading open source repository platform that enables organisations to:

  • easily ingest documents, audio, video, datasets and their corresponding Dublin Core metadata
  • open up this content to local and global audiences, thanks to the OAI-PMH interface and Google Scholar optimizations
  • issue permanent urls and trustworthy identifiers, including optional integrations with handle.net and DataCite DOI

Join an international community of leading institutions using DSpace.

The test user accounts below have their password set to the name of this software in lowercase.

Photo by @inspiredimages
 

Comunidades no DSpace

Selecione uma comunidade para navegar por suas coleções

Submissões Recentes

Item
Validação do CVMOBXR para tarefas de membros superiores
(2025) DIAS, Dandara Morgana Souza Nunes; JESUS, Giovanna Gamielle Sampaio de; SILVA, Mateus Souza; MIRANDA, José Garcia Vivas; GÓES, Ana Lúcia; GOES, Bruno Teixeira; QUIXADÁ, Ana Paula
INTRODUÇÃO: As tarefas de membro superior são fundamentais para atividades de vida diária. Os sistemas de análise tridimensional do movimento são considerados o padrão-ouro para a análise quantitativa deste. Contudo, tais sistemas apresentam um alto custo, baixa imersão do indivíduo na tarefa realizada e dependência do conhecimento técnico para aplicação e interpretação dos dados. Os óculos de realidade virtual (Quest 3) possuem câmeras infravermelho que conseguem capturar o movimento durante o seu uso e possuem um baixo custo em comparação ao padrão-ouro de análise do movimento. Diante destes aspectos, foi desenvolvido um software de análise tridimensional dos dados cinemáticos capturados pelo Quest 3, o CvMobXR. Uma vez que este é um instrumento de medida novo, é necessário um processo de validação das suas medidas. OBJETIVO: Validar o CvMobXR como ferramenta de análise tridimensional do movimento humano. METODOLOGIA: O estudo é do tipo observacional, transversal e de acurácia. Foram recrutados 50 participantes. Estes sentaram no centro do laboratório, usando o Quest 3, com um controle e marcadores reflexivos na mão dominante. Foi projetada pelos óculos uma mesa virtual na qual estava disposta uma caixa e uma bola, em tamanhos proporcionais. A tarefa foi colocar a bola dentro da caixa. Foram realizadas 21 repetições, sendo 7 repetições para cada tamanho da bola. As propriedades cinemáticas do movimento foram medidas, simultaneamente, com o sistema de captura em vídeo tridimensional e o Quest 3. Foram utilizados os valores máximos de trajetória e total de todos os planos para validação através do método BlandAltman. RESULTADO: Foi encontrada forte correlação positiva evidenciada pelos coeficientes de correlação (R), com mediana R>0,98 em todos os eixos. Conforme o método Bland-Altman houve boa concordância entre os sistemas para valores de trajetória, amplitude e velocidade. Os valores médios se apresentam próximos a zero e dentro dos limites de concordância estabelecidos (IC: 95%). CONSIDERAÇÕES FINAIS: O CVMobXR é uma ferramenta válida e aplicável para mensurações cinemáticas nos planos X, Y e Z de movimento de membros superiores. As mensurações geradas pelo CvMobXR são concordantes ao padrão-ouro e podem ser utilizadas para a análise tridimensional do movimento de membros superiores.
Item
Distúrbios musculoesqueléticos em profissionais da música: revisão de escopo
(2025) DIAS NETO, Bernardo Manso; MENDES, Selena Márcia Dubois
Introdução: Músicos profissionais frequentemente enfrentam desafios físicos que vão além da execução musical. A prática intensiva, com movimentos repetitivos e posturas mantidas por longos períodos, contribui para o desenvolvimento de distúrbios musculoesqueléticos (DME), impactando diretamente sua saúde e desempenho. Objetivo: Identificar o que a literatura apresenta de relevante sobre os DME em músicos profissionais, reconhecendo os fatores de risco, regiões corporais mais acometidas e os instrumentos musicais associados a essas lesões. Metodologia: Trata-se de uma revisão de escopo baseada em publicações indexadas nas bases de dados PubMed e SciELO. A seleção considerou estudos que abordam a prevalência, causas e fatores de risco dos DME em músicos profissionais. Resultados: Os DME mais frequentemente relatados incluem dor lombar, tendinopatia e síndrome do túnel do carpo. Tais lesões são particularmente comuns entre instrumentistas de violino, guitarrae piano. As regiões corporais acometidas foram coluna lombar, região cervical e os membros superiores. Fatores como os sobrecarga biomecânica, ausência de pausas, postura incorretaforam destacados como agravantes. Considerações Finais: Os achados reforçam a importância de medidas preventivas para preservar a saúde dos músicos. Estratégias como a educação postural, pausas programadas, acompanhamento fisioterapêutico e fortalecimento muscular são fundamentais para a promoção do bem-estar e a longevidade na carreira musical.
Item
Conhecimento dos fisioterapeutas sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal: estudo transversal
(2025) SANTOS, Beatriz da Cruz dos; MAMEDE, Carlos André Gomes Silva
Introdução: O reconhecimento da Saúde da Mulher como especialidade pelo COFFITO em 2009 destacou a importância do fisioterapeuta na prevenção e no tratamento das disfunções pélvicas em todas as fases da vida da mulher. A Fisioterapia Uroginecológica concentra-se na função dos músculos do assoalho pélvico e na relação com disfunções miccionais, anorretais e sexuais, exigindo do fisioterapeuta conhecimento anatômico e cinesiológico para uma avaliação adequada. Esse conhecimento é essencial para orientar condutas eficazes e evitar erros que comprometam resultados clínicos. Apesar da relevância da área, ainda há escassez de estudos que investiguem a prática e o nível de conhecimento dos fisioterapeutas, reforçando a necessidade de pesquisas que investiguem o entendimento sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal. Objetivo: Verificar o nível de conhecimento dos fisioterapeutas sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, observacional e descritivo, realizado entre 2024 e 2025, aprovado com o CAAE 84277024.7.0000.5544. Participaram fisioterapeutas uroginecológicos que responderam a um questionário online, auto aplicado e elaborado pelos pesquisadores, composto por cinco sessões, sendo a última um teste de conhecimento. Os dados foram organizados e analisados no Excel, Word e JASP 0.95.3. Resultados: O resultado preliminar incluiu 12 fisioterapeutas, com idade mediana de 37 anos e tempo mediano de atuação de 135 meses na área, com a maioria possuindo pós-graduação. Todos realizavam avaliação dos músculos do assoalho pélvico rotineiramente, utilizando com frequência o Oxford (100%) e o New PERFECT (91,7%). Todos avaliavam o tônus, verificavam apneia e observavam o relaxamento dos MMII. A palpação digital é frequentemente com a polpa digital voltada para baixo (83,3%) e avaliações em pacientes virgens ou que recusam a palpação vaginal são realizadas por 50%, empregando estratégias alternativas. A pontuação final no teste de conhecimento variou com nota mínima de 7,8 e máxima de 10 pontos; referente ao desempenho por questão, verificou-se que a pergunta sobre anatomia apresentou o menor índice de acertos (41,7%). No entanto, os dados apresentaram bom desempenho de conhecimento de modo geral. Conclusão: Os fisioterapeutas apresentam conhecimento adequado sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal. A experiência profissional e a formação complementar contribuíram para a execução adequada da avaliação. Contudo, foi identificada uma lacuna pontual relacionada ao conhecimento anatômico e uso de estratégias alternativas. Conclui-se que, embora o conhecimento geral seja adequado, é fundamental promover educação continuada e maior aprofundamento teóricoprático sobre a anatomia pélvica e as técnicas de avaliação.
Item
Terapia combinada de radiofrequência não ablativa e dilatador vaginal no transtorno de dor genito-pélvica/penetração: série de casos
(2025) AMARAL, Laryssa Carvalho; MAMEDE, Tuffy Alex Rosa Silva; SANTOS, Carina Oliveira dos; GARBOGGINI, Patrícia Virgínia Silva Lordelo; MAMEDE, Carlos André Gomes Silva
Introdução: O transtorno de dor gênito-pélvica/penetração (TDGPP) caracteriza-se por dor persistente ou recorrente relacionada à penetração vaginal, tensão da musculatura do assoalho pélvico (AP), medo antecipatório da dor e prejuízos na função sexual e na qualidade de vida (QV). A radiofrequência não ablativa (RFNA) tem sido utilizada como recurso para aumentar a temperatura tecidual, favorecer relaxamento muscular e modular a dor. Já o dilatador vaginal atua na dessensibilização progressiva e no treinamento de tolerância à penetração. Ambas as abordagens apresentam benefícios isolados, porém o uso combinado ainda é escasso na literatura. Objetivo: Descrever os desfechos clínicos relacionados a dor durante a penetração, função sexual, QV sexual e percepção de estresse, além da segurança e a satisfação relacionadas à terapia combinada de RFNA e dilatador vaginal em mulheres com DGPP. Metodologia: Trata-se de uma série de seis casos que incluiu mulheres entre 18 e 45 anos, com diagnóstico de DGPP e em relacionamento estável há pelo menos seis meses. O protocolo de intervenção consistiu em 8 sessões semanais de RFNA aplicada na região perineal, combinadas ao uso progressivo de dilatadores vaginais. Foram utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: Escala Visual Numérica (EVN), Índice de Função Sexual Feminina (FSFI), Questionário de Qualidade de Vida Sexual – Feminino (SQoL-F), Escala de Percepção de Estresse de 10 itens (EPS-10), Escala Likert de cinco pontos e registro de efeitos adversos. A análise dos dados foi descritiva. Resultados: Observou-se redução da dor durante a penetração em cinco participantes. Todas aumentaram seus escores no FSFI, e quatro apresentaram melhora na QV sexual. Houve progressão no tamanho do dilatador vaginal para todas as mulheres. A percepção de estresse apresentou resposta heterogênea. Não foram registrados efeitos adversos, e todas relataram satisfação com o protocolo. Conclusão: Sugere-se que a terapia combinada pode reduzir a dor durante a penetração, melhorar a função sexual e QV sexual, além de parecer segura e bem tolerada pelas participantes. Mais pesquisas são necessárias para confirmar os achados.
Item
Qualidade do sono e dor em estudantes da área de saúde de uma instituição privada: estudo transversal
(2025) OLIVEIRA, Ulysses Gabriel Veiga Cardoso de; ARAUJO, Cintia Pinheiro Silveira
Introdução: Estudantes da área da saúde frequentemente enfrentam desafios relacionados à falta de tempo e à exaustão, fatores que contribuem para distúrbios do sono. A má qualidade do sono tem sido associada ao aumento da sensibilidade à dor e prejuízos funcionais, o que configura um problema de saúde pública, agravado pela crescente epidemia de privação de sono decorrente do estilo de vida moderno. Objetivo: Descrever a qualidade do sono de graduandos da área da saúde de uma instituição particular e verificar se há associação com a presença de dor crônica. Métodos: Estudo observacional, de corte transversal, com amostra calculada de 366 graduandos da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Publica. Até o momento, foram entrevistados 120 participantes selecionados aleatoriamente e estratificados por curso, que responderam a um formulário anamnésico (variáveis sociodemográficas e clínicas) e ao Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh. Os dados foram descritos por medidas de tendência central e dispersão ou por frequências absolutas e percentuais. Para comparações entre grupos, utilizou-se os testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney, e as associações entre variáveis categóricas foram avaliadas pelo Qui-quadrado de Pearson ou Fisher, adotando-se significância de 5% (CAAE: 79426024.9.0000.5544). Resultados: A maioria dos estudantes (66,7%) apresentou má qualidade do sono. Não houve associação significativa entre tipo de dor (sem dor, aguda ou crônica) e qualidade do sono (p = 0,919). Observou-se tendência linear entre insuficiência de sono e menor renda familiar, além de associação com o semestre: estudantes do 4º ao 6º apresentaram 4,1 vezes mais chances de sono insuficiente (OR = 4,11; IC95%: 1,48–11,41; p = 0,007) em comparação aos do 1º ao 3º. Conclusão: A má qualidade do sono e dor crônica mostraram-se altamente prevalentes e associadas a fatores acadêmicos e socioeconômicos, reforçando a necessidade de estratégias institucionais voltadas à promoção da saúde do sono e ao manejo da dor nessa população.