Uso da ecocardiografia na investigação de complicações em pacientes pós infarto agudo do miocárdio uma revisão sistemática
| dc.contributor.author | CAMARGO, João Herrera Camargo | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-02T12:10:18Z | |
| dc.date.available | 2025-09-02T12:10:18Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | Introdução: O infarto agudo do miocárdio (IAM) é uma das principais causas de mortalidade no mundo, com alta incidência e complicações significativas no Brasil. Fatores como hipertensão, diabetes e tabagismo aumentam o risco da doença. Após o IAM, os pacientes permanecem vulneráveis a novas complicações cardiovasculares. A ecocardiografia, por ser um método acessível e não invasivo, mostra-se útil na detecção precoce dessas alterações, mas os dados sobre sua eficácia ainda são dispersos. Por isso, uma revisão sistemática se faz necessária para consolidar o conhecimento e aprimorar o manejo clínico. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, conduzida conforme as diretrizes do protocolo PRISMA. A busca dos estudos foi realizada nas bases de dados utilizando os descritores “echocardiography”, “complications” e “myocardial infarction”, combinados com o operador booleano “AND”. Foram incluídos artigos dos tipos caso-controle e coorte, com pacientes maiores de 18 anos que sofreram IAM. Excluíram-se estudos fora do escopo temático, não disponíveis em português ou inglês, ou sem acesso ao texto completo. A seleção foi feita por triagem de títulos, resumos e leitura na íntegra. A qualidade metodológica foi avaliada com base no guideline STROBE. Resultados: Foram incluídos estudos publicados entre 2021 e 2023, realizados em diversos países, como Reino Unido, China, Paquistão, Coreia, Canadá e Áustria, com dados coletados entre 2008 e 2022. O tamanho amostral variou entre 416 e 11.428 participantes, com idades médias entre 59,7 ± 12,3 e 73,7 ± 9,8 anos. Os principais achados ecocardiográficos incluíram ruptura de músculo papilar (RM), comunicação interventricular (CIV) e trombo de ventrículo esquerdo (VE). A RM foi observada em 2,2% dos casos, a CIV em 0,4% e o trombo de VE em 1,9% dos pacientes analisados. Conclusão: Embora pouco prevalentes, as complicações ecocardiográficas em pacientes pós-IAM estão ligadas a pior prognóstico. A ecocardiografia é uma ferramenta fundamental para a detecção precoce dessas alterações, permitindo intervenções rápidas e eficazes. No entanto, mais estudos são necessários para ampliar o conhecimento e melhorar as abordagens diagnósticas e terapêuticas. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.bahiana.edu.br/handle/bahiana/9590 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.subject | Ecocardiografia | |
| dc.subject | Complicações | |
| dc.subject | Infarto agudo do miocárdio | |
| dc.title | Uso da ecocardiografia na investigação de complicações em pacientes pós infarto agudo do miocárdio uma revisão sistemática |
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