Uso da radiofrequência não-ablativa perianal na incontinência anal feminina: resultados preliminares de um ensaio clínico randomizado
| dc.contributor.advisor | Garboggini, Patrícia Virgínia Silva Lordêlo | |
| dc.contributor.author | Figueiredo, Cláudia Liony Amaral | |
| dc.date.accessioned | 2022-05-26T12:51:25Z | |
| dc.date.available | 2022-05-26T12:51:25Z | |
| dc.date.issued | 2019-02-11 | |
| dc.description.abstract | Introdução: A incontinência anal (IA) é definida como a incapacidade de controlar a perda de fezes e gases, acomete cerca de a 0,1% a 18% da população. A radiofrequência não-ablativa (RFNA) é uma nova possibilidade terapêutica que pode auxiliar em um dos mecanismos fisiopatogênicos da musculatura esfincteriana anal, com produção de colágeno e fatores de colabamento. Objetivo: Verificar a resposta clínica, qualidade de vida fecal, efeitos adversos e resposta manométrica ao tratamento com a RFNA para a incontinência anal em mulheres. Metodologia: Tratase de um ensaio clínico randomizado onde foram incluídas mulheres com IA com função muscular ≥3 na escala de OXFORD, faixa etária de 18 a 65 anos atendidas no Centro de Atenção ao Assoalho Pélvico. Foram excluídas mulheres grávidas, com dificuldade de compreensão, com doença hemorroidária ativa e com clamp metálico. Após o consentimento, foi realizado uma avaliação inicial composta por anamnese, diários fecal e de incontinência, avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico (PERFECT), manometria anorretal e aplicação dos questionários Fecal Incontinence Quality of Life (FIQL), Escala Visual Analógica Modificada (EVA). As mulheres foram randomizadas em dois grupos, grupo radiofrequência (GR) no qual foram realizadas 5 sessões de cinesioterapia ambulatorial associada a RF monopolar não ablativa, em bordo anal (perianal), com temperatura de 39-41°C por 2 minutos, e o grupo controle (GC) seguiu o mesmo protocolo, porém a RF estava desligada com gel aquecido. Ambos realizaram exercícios domiciliares. Após uma semana da última sessão de RFNA foram reavaliados os diários de incontinência e defecatório’’, questionários, função muscular, e questionado as participantes a satisfação com o tratamento (FIQL, EVA). Resultados: A amostra foi composta de 7 mulheres no GR e 8 no GC. O GR apresentou uma redução das perdas de gases. Não houve modificação na qualidade de vida pelo FIQL nem nos dados manométricos. Conclusão: Houve uma redução da perda de gases das mulheres submetidas a radiofrequência não ablativa em bordo anal. Contudo, a melhora dos sintomas clínicos não melhorou a qualidade de vida dessas mulheres. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/6013 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública | pt_BR |
| dc.publisher.country | brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | EBMSP | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-graduação em Medicina e Saúde Humana | pt_BR |
| dc.rights | acesso aberto | pt_BR |
| dc.subject | Incontinência Anal | pt_BR |
| dc.subject | Radiofrequência | pt_BR |
| dc.subject | Qualidade de Vida Fecal | pt_BR |
| dc.subject | Manometria Anorretal | pt_BR |
| dc.subject | Mulheres | pt_BR |
| dc.title | Uso da radiofrequência não-ablativa perianal na incontinência anal feminina: resultados preliminares de um ensaio clínico randomizado | pt_BR |
| dc.type | dissertação | pt_BR |
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