Os efeitos deleterios da imobilidade no leito e a atuação fisioterapeutica: revisão de literatura
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Resumo
Efeitos deletérios de repouso prolongado no leito e imobilidade têm sido reconhecidos atualmente,
podendo ocorrer também os adversos da imobilização, tais como contratura, atrofia muscular e
óssea das partes sadias e membros (1).O termo imobilidade é definido como “qualidade ou estado
do que não se move, inércia”, segundo dicionário da língua portuguesa. A imobilidade seria a
complicação da perda de capacidade funcional, geralmente decorrente de doença crônicodegenerativa,
de doença aguda incapacitante ou de inatividade por si só. As consequências, físicas
e psíquicas, da imobilidade geram perda de independência e autonomia, reduzindo bem estar e
qualidade de vida. (2).
Dentre os cuidados gerais que fazem parte das condutas fisioterápicas no quadro de imobilização
no leito estão: a prevenção de complicações circulatórias, alívio dos pontos de pressão para
prevenção de escaras de decúbito; prevenção de deformidades articulares e encurtamentos
musculares, inibição de reflexos patológicos; alívio de dores; prevenção de complicações
respiratórias; posicionamento no leito; movimentação global e as mudanças de decúbito. (3).
Metodologia: Foi realizada uma revisão bibliográfica, utilizando artigos publicados nos períodos de
1988 a 2009, na seguinte base de dados: Pubmed, scielo, lilacs. Objetivo: descrever através de
uma revisão de literatura os efeitos deletérios da imobilidade e atuação da fisioterapia.
Descrição
Palavras-chave
Repouso no leito, Síndrome da imobilidade, Fisioterapia, Mobilização precoce