Eventos adversos e segunda vítima: repercussões emocionais e profissionais na equipe de enfermagem

dc.contributor.advisorAGUIAR, Carolina Villa Nova
dc.contributor.advisor-coSIMONI, Eliane Maria
dc.contributor.authorALVES, Jaddy Kelly Matheus
dc.contributor.refereesSILVA, Mary Gomes
dc.contributor.refereesREIS, Almerinda Luedy
dc.contributor.refereesVALADÃO, Patricia Aparecida da Silva
dc.date.accessioned2026-04-22T11:47:54Z
dc.date.available2026-04-22T11:47:54Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractObjetivo: Analisar as repercussões emocionais, profissionais e organizacionais decorrentes do envolvimento de profissionais de enfermagem como segunda vítima. Métodos: Estudo misto (quantitativo e qualitativo), observacional, tipo corte transversal descritivo e o qualitativo exploratório, realizado em hospital filantrópico de Salvador-BA, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A coleta foi realizada de forma digital através de dois questionários, sendo um para caracterização profissional e a escala SVEST-R. A análise de dados quantitativo se deu através do software SPSS 2.0 e qualitativo por Bardin. Resultados: Participaram do estudo 115 profissionais de enfermagem, a maioria dos participantes eram técnicos de enfermagem (68,7%), com predominância feminina (93%), faixa etária entre 31 e 40 anos (40,7%) e até 10 anos de experiência. Quedas foi o evento adverso mais prevalente (33,9%) e falhas envolvendo dieta apresentaram a menor incidência (9,6%). Anterior ao estudo, 66,1% desconheciam o termo “segunda vítima”. Em relação a escala SVEST-R, o domínio “Apoio de Supervisores” obteve maior mediana, enquanto “Apoio de Colegas” apresentou os menores escores. As opções de apoio de maior preferência dos profissionais foram Afastamento imediato, Local tranquilo, Aconselhamento e Diálogo com direção. Técnicos de enfermagem apresentaram escores significativamente mais elevados em “Resiliência” (p=0,001), enquanto enfermeiros preferiram o apoio de contato disponível 24h/dia (p=0,038). Relatos qualitativos destacaram repercussões psicológicas (culpa, medo, tristeza) e percepção de autoeficácia, associadas à busca por melhoria profissional. Considerações finais: Os achados evidenciam impactos psicossociais relevantes da vivência de EA entre profissionais de enfermagem, como sofrimento emocional, percepção de autoeficácia, níveis variados de resiliência e influência de apoio emocional,reforçando a necessidade de estratégias institucionais de apoio, fortalecimento da cultura de segurança e promoção de ambientes organizacionais não punitivos.
dc.description.abstractotherlanguage"Objective: To analyze the emotional, professional, and organizational repercussions resulting from the involvement of nursing professionals as a second victim. Methods: A cross-sectional, descriptive study with a mixed-methods approach, conducted in a philanthropic hospital in Salvador, Brazil, between December 2024 and February 2025. Data collection was performed digitally using two questionnaires: a professional characterization form and the SVEST-R scale. Results: A total of 115 nursing professionals participated in the study, the majority being nursing technicians (68.7%), predominantly female (93%), aged between 31 and 40 years (40.7%), and with up to 10 years of professional experience (74.6%). Falls were the most prevalent adverse event (33.9%), while diet-related failures had the lowest incidence (9.6%). Prior to the study, 66.1% of participants were unfamiliar with the term “second victim.” Regarding the SVEST-R, the domain “Supervisor Support” obtained the highest median score, whereas “Peer Support” presented the lowest. The most preferred support options among professionals were immediate time off, a quiet place, counseling, and dialogue with management. Nursing technicians showed significantly higher scores in “Resilience” (p=0.001), while nurses more frequently preferred 24-hour contact support (p=0.038). Qualitative findings highlighted psychological repercussions (guilt, fear, sadness) and perceptions of self-efficacy, associated with the pursuit of professional improvement. Conclusion: The findings reveal significant psychosocial impacts of experiencing adverse events among nursing professionals, such as emotional distress, perception of self-efficacy, varying levels of resilience and influence of emotional support, underscoring the need for institutional support strategies, strengthening of safety culture, and the promotion of non punitive organizational environments. "
dc.identifier.NameoftheGraduateProgramTecnologias em Saúde
dc.identifier.Nameoftheareaof​​concentrationTecnologias em saúde
dc.identifier.ResearchlinenameAvaliação em Tecnologias em Saúde
dc.identifier.cdu616-082-051.2
dc.identifier.dissertationfalse
dc.identifier.numberofpages83
dc.identifier.urihttps://repositorio.bahiana.edu.br/handle/123456789/10245
dc.language.isopt
dc.otherlanguage.isoen
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectEvento Adverso
dc.subjectEquipe de Enfermagem
dc.subject.keywordotherlanguageAdverse Event
dc.subject.keywordotherlanguageNursing
dc.subject.keywordotherlanguageNursing Team
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dc.typeDissertação

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