Placas oclusais: revisão de literatura
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Resumo
A disfunção temporomandibular (DTM) é considerada como conjunto de distúrbios
articulares e/ou musculares que afetam a região orofacial e quando desencadeada,
pode causar danos como: fraturas ou desgastes nos dentes, agravamento da lesão
periodontal, hipertrofia muscular e dor miofascial. A literatura recomenda o uso de
terapias conservadoras e reversíveis, pois essas se mostraram tão ou mais
eficientes que as terapias não conservadoras. Dentre estas, a terapia por placa
oclusal apresenta aplicações favoráveis que a torna extremamente útil para o
manejo das sintomatologias. Esses dispositivos são confeccionados em resina
acrílica rígida ou resiliente e podem ter uma cobertura total ou parcial da arcada.
Entre as mais comuns estão a estabilizadora lisa e a de posicionamento anterior, já
placa de mordida anterior (“Front-Plateau”) e a placa posterior possuem uma menor
aplicação clinica. Para busca bibliográfica utilizou-se as bases de dados PubMed,
Medline, Liliacs, BBO e Bireme, com os descritores:Dysfunction, Plate, Occlusal e
Treatment. Diante disso o objetivo deste trabalho foi revisar a literatura, destacando
os tipos de placas oclusais mais utilizados no tratamento de DTMs bem como as
suas vantagens, desvantagens indicações e contra-indicações. Após esta análise,
pôde-se concluir que esse tipo de tratamento visa a redução da atividade muscular,
proteção ao desgaste dental oferecendo uma condição oclusal mais favorável. O
cirurgião-dentista deve estar atento a um diagnóstico correto, a fim de proporcionar o
tratamento adequado ao paciente.
Descrição
Palavras-chave
Disfunção, Placa, Oclusal, Tratamento