Conhecimento dos fisioterapeutas sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal: estudo transversal
| dc.contributor.author | SANTOS, Beatriz da Cruz dos | |
| dc.contributor.author | MAMEDE, Carlos André Gomes Silva | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-19T18:16:15Z | |
| dc.date.available | 2025-12-19T18:16:15Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | Introdução: O reconhecimento da Saúde da Mulher como especialidade pelo COFFITO em 2009 destacou a importância do fisioterapeuta na prevenção e no tratamento das disfunções pélvicas em todas as fases da vida da mulher. A Fisioterapia Uroginecológica concentra-se na função dos músculos do assoalho pélvico e na relação com disfunções miccionais, anorretais e sexuais, exigindo do fisioterapeuta conhecimento anatômico e cinesiológico para uma avaliação adequada. Esse conhecimento é essencial para orientar condutas eficazes e evitar erros que comprometam resultados clínicos. Apesar da relevância da área, ainda há escassez de estudos que investiguem a prática e o nível de conhecimento dos fisioterapeutas, reforçando a necessidade de pesquisas que investiguem o entendimento sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal. Objetivo: Verificar o nível de conhecimento dos fisioterapeutas sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, observacional e descritivo, realizado entre 2024 e 2025, aprovado com o CAAE 84277024.7.0000.5544. Participaram fisioterapeutas uroginecológicos que responderam a um questionário online, auto aplicado e elaborado pelos pesquisadores, composto por cinco sessões, sendo a última um teste de conhecimento. Os dados foram organizados e analisados no Excel, Word e JASP 0.95.3. Resultados: O resultado preliminar incluiu 12 fisioterapeutas, com idade mediana de 37 anos e tempo mediano de atuação de 135 meses na área, com a maioria possuindo pós-graduação. Todos realizavam avaliação dos músculos do assoalho pélvico rotineiramente, utilizando com frequência o Oxford (100%) e o New PERFECT (91,7%). Todos avaliavam o tônus, verificavam apneia e observavam o relaxamento dos MMII. A palpação digital é frequentemente com a polpa digital voltada para baixo (83,3%) e avaliações em pacientes virgens ou que recusam a palpação vaginal são realizadas por 50%, empregando estratégias alternativas. A pontuação final no teste de conhecimento variou com nota mínima de 7,8 e máxima de 10 pontos; referente ao desempenho por questão, verificou-se que a pergunta sobre anatomia apresentou o menor índice de acertos (41,7%). No entanto, os dados apresentaram bom desempenho de conhecimento de modo geral. Conclusão: Os fisioterapeutas apresentam conhecimento adequado sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal. A experiência profissional e a formação complementar contribuíram para a execução adequada da avaliação. Contudo, foi identificada uma lacuna pontual relacionada ao conhecimento anatômico e uso de estratégias alternativas. Conclui-se que, embora o conhecimento geral seja adequado, é fundamental promover educação continuada e maior aprofundamento teóricoprático sobre a anatomia pélvica e as técnicas de avaliação. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.bahiana.edu.br/handle/123456789/10049 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.subject | Fisioterapia | |
| dc.subject | Avaliação | |
| dc.subject | Assoalho pélvico | |
| dc.subject | Força muscular | |
| dc.title | Conhecimento dos fisioterapeutas sobre a avaliação da força muscular do assoalho pélvico por palpação vaginal: estudo transversal | |
| dc.type | Article |
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