Perfil clínico e nível de mobilidade de pacientes na alta da uti após revascularização do miocárdio: estudo transversal retrospectivo

dc.contributor.authorANDRADE, Júlia Soares
dc.contributor.authorCARVALHO, Patrícia Alcântara Dorval de
dc.contributor.authorMOURA, Marcela Araújo
dc.date.accessioned2025-12-19T17:48:46Z
dc.date.available2025-12-19T17:48:46Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: A Doença Arterial Coronariana (DAC) é uma das principais causas de morte no Brasil, e a revascularização do miocárdio é uma intervenção essencial para melhorar o prognóstico. Fatores clínicos e funcionais no pósoperatório influenciam diretamente na recuperação. Identificar a relação entre perfil clínico e status funcional é importante para direcionar condutas de reabilitação e aprimorar o cuidado após a cirurgia cardíaca. OBJETIVO: Verificar a associação entre o perfil clínico e o nível de mobilidade de pacientes na alta da UTI após revascularização do miocárdio. METODOLOGIA: Estudo observacional transversal retrospectivo, descritivo, realizado com dados clínicos e funcionais obtidos de prontuários eletrônicos de 66 pacientes com idade ≥ 18 anos, submetidos revascularização do miocárdio entre janeiro e dezembro de 2023. Todos foram admitidos pela equipe de fisioterapia e acompanhados no pós-operatório imediato. Variáveis sociodemográficas, clínicas e funcionais foram registradas. análise descritiva e analítica, utilizou-se o software Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 14.0. Foram excluidos prontuários com dados incompletos. RESULTADOS: A amostra apresentou média de idade de 62,3 anos, com predominância do sexo masculino (57,6%). As comorbidades mais frequentes foram hipertensão arterial (84,8%), dislipidemia (53,0%) e diabetes mellitus (50,0%) seguidas por obesidade (19,7%) e tabagismo (19,7%). O escore de mobilidade (IMS) mediano na alta foi 8, indicando boa recuperação funcional. Não houve associação significativa entre o IMS e variáveis clínicas isoladas, exceto complicações pós-operatórias, que apresentaram associação negativa discreta com a mobilidade (p=0,021). CONCLUSÃO: Complicações pós-operatórias impactaram negativamente o status funcional dos pacientes. Outras variáveis clínicas analisadas isoladamente não mostraram associação significativa com a funcionalidade. Estes achados ressaltam a importância de estratégias de prevenção e manejo de complicações durante o pós-operatório para otimizar a recuperação funcional e orientar a reabilitação fisioterapêutica.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bahiana.edu.br/handle/123456789/10042
dc.language.isopt
dc.subjectPerfil clínico
dc.subjectStatus funcional
dc.subjectRevascularização do miocárdio
dc.titlePerfil clínico e nível de mobilidade de pacientes na alta da uti após revascularização do miocárdio: estudo transversal retrospectivo
dc.typeArticle

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