Saúde da mulher trans: notas de uma invisibilidade social
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Resumo
O papel da imprensa sempre foi controverso, entretanto, a imprensa de saúde cresce universalmente, configura-se como um importante espaço de circulação de informações e produções de subjetividades, quando, na contemporaneidade, se coloca carregada posições epistemológicas, culturais e políticas. Trata-se de um estudo original de análise de documentos de abordagem qualitativa, exploratória, localizada no ambiente da imprensa brasileira para identificar as demandas de saúde circulantes sobre a população reconhecida como mulher trans. Para isso, elege dois veículos de mídia que são publicados, semanalmente, no formato de revista: a revista Veja e a revista Carta Capital, entre julho de 2016 e julho de 2017 com o objetivo de revelar os silêncios e as afirmações inscritas nessas mídias sobre as demandas identitárias das mulheres trans. Foram considerados como critérios de inclusão: a) reportagens contendo qualquer relação com demandas de saúde da população geral e b) citações às categorias transexuais, transgêneros, transexualidades e mulher trans e as matérias foram trabalhadas a partir método Análise temática-categorial.
Descrição
Palavras-chave
Transexualidade, Mulher trans, Saúde