Perdas, luto e ressignificações em fibromialgia: uma viagem ao universo feminino

Resumo

Objetivo: apreender as representações sociais de mulheres sobre viver com fibromialgia. Métodos: estudo qualitativo com 42 mulheres do ambulatório da dor de um hospital universitário da Bahia, Brasil, as quais responderam à entrevista e elaboraram desenho-estória com tema. Os resultados foram interpretados à luz da Teoria das Representações Sociais. Resultados: as participantes autodeclararam-se pretas e pardas, na faixa etária de 35-64 anos, com renda mensal de até um salário-mínimo. O viver com fibromialgia foi representado por elas como limitações, sofrimento, tristeza, estresse, pessimismo e isolamento social. Para enfrentar o tratamento e voltar à vida social, elas recorriam à coragem, resiliência, paciência e fé. Considerações Finais: o desejo de mulheres com fibromialgia era buscar alternativas que as ajudassem a vivenciar o processo de adoecimento com o intuito de alcançarem um estilo de viver melhor com a doença e suas limitações.

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Palavras-chave

Fibromialgia, Mulheres, Luto, Representações Sociais, Isolamento Social

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