Regeneração pulpar em dentes imaturos com polpa necrosada: uma revisão de literatura
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Resumo
O tratamento em dentes permanentes com rizogênese incompleta e periodontite
apical é sempre um desafio para o profissional, devido as condições anatômicas
dessas unidades. A regeneração endodôntica vem se tornando uma alternativa
de tratamento, que utiliza as células tronco da papila dentária para induzir a
formação do desenvolvimento contínuo da raiz, além da resposta positiva ao
teste de sensibilidade pulpar. Com isso, surgiram várias alternativas de conduta
para a regeneração endodôntica. Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi,
através de uma revisão de literatura, apresentar os principais fatores para obter
um bom prognóstico na técnica. Para a realização desse estudo, foram
realizadas pesquisas bibliográficas nas plataformas PubMed, Periódicos Capes
e Google Acadêmico, e foram selecionados artigos entre os anos de 2005 a
2020. Dentro destes, foram incluídos os artigos que possuíram relação com o
objetivo do estudo. A técnica de regeneração endodôntica inclui a desinfecção
dos canais com farta irrigação e pouca ou nenhuma instrumentação, uso de
medicação intracanal e células com potencial de diferenciação. A principal fonte
de células-tronco é a papila dentária, os fatores de crescimento originam do
coágulo sanguíneo intracanal, plasma rico em plaquetas (PRP) e fibrina rica em
plaquetas (PRF). Pode-se considerar que a regeneração pulpar é uma
alternativa promissora como tratamento para dentes com rizogênese incompleta
e necrose pulpar. Contudo, devido à falta de conhecimento sobre aspectos
clínicos e biológicos é necessário um vasto domínio em relação a técnicas e
materiais que são utilizados nesses procedimentos
Descrição
Palavras-chave
Endodontia regenerativa, Revascularização e dentes permanentes imaturos