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Submissões Recentes
Suplementos - Validação de instrumento para avaliar dor em crianças e adolescentes com doença falciforme
(2026) PITHON, Laís Oliveira; MACHADO, Rosicleide Araújo Freitas; ALMEIDA, Hana Silva; GOES, Bruno Teixeira; SESTELO, Enzo Seixas; RIOS, Mônica Andrade; AGUIAR, Carolina Villa Nova; SÁ, Katia Nunes
O QUEST-DOR-DF foi desenvolvido para avaliar a dor em crianças (a partir dos sete anos de idade) e adolescentes (até 17 anos de idade) com doença falciforme. Deve ser, preferencialmente, ser autoaplicável para o preenchimento dos domínios gerais e específicos de dor. Porém, o exame físico deve ser realizado por um avaliador treinado. Mesmo quando auto aplicado, o Quest-Dor DF deve ter a disposição do avaliado um examinador treinado para responder a quaisquer dúvidas que possam surgir durante seu preenchimento.
O instrumento completo tem quatro páginas com 78 itens a serem preenchidos manualmente. Ele está dividido em três domínios – dados de identificação, modulo geral e modulo sobre dor. Cada modulo e dividido em itens ou subescalas. O preenchimento e rápido, uma vez que utiliza em 90% dos itens ou subescalas uma linha para que seja marcado um X correspondente a uma escala visual analógica variando de “nenhuma” a “pior possível”, de “muita dificuldade” a “muita facilidade”, ou espaços correspondentes a uma escala Likert, variando do termo “nunca” até “sempre” em cinco opções escalares.
O domínio sobre dados de identificação inclui aspectos de registros e dados sociodemográficos. O modulo geral e subdividido em cinco subdomínios – saúde, atividades, emoções, convívios e escola. O modulo sobre dor e subdividido em duas partes – sintomas e exame físico.
Competências na abordagem da criança vítima de queimadura na graduação em medicina
(2025-06-26) NEY, André Luís Chukr Mafra; MENEZES, Marta Silva; SILVA, Mary Gomes; ALELUIA, Iêda Maria Barbosa; MENDONÇA, Dilton Rodrigues; BARROS, Rinaldo Antunes
"Introdução: O atendimento a crianças vítimas de queimaduras representa um desafio clínico significativo, especialmente diante da constatação de que muitos profissionais de saúde, em especial médicos generalistas, não recebem formação adequada para o manejo inicial desses pacientes. Essa lacuna compromete a qualidade do atendimento e o prognóstico dos casos pediátricos de queimaduras. Objetivo: Propor uma estratégia educacional para o desenvolvimento de competências específicas na abordagem de crianças vítimas de queimaduras, visando sua inserção na matriz curricular do curso de Medicina. Métodos: Trata-se de um estudo misto. Quantitativo: observacional, tipo corte transversal descritivo e com abordagem qualitativa, exploratório e analítico. Houve aplicação de questionários estruturados a docentes das áreas de clínica médica, pediatria e cirurgia de uma escola de medicina. As respostas foram analisadas por meio da técnica de análise temática, visando identificar competências essenciais, abordagens pedagógicas e a percepção sobre a importância do tema. Resultados: A análise das respostas permitiu a elaboração de um plano de ensino com base em metodologias ativas, simulações clínicas e prática supervisionada. Foram destacados como conteúdos essenciais: classificação e tipos de queimaduras, avaliação da extensão e gravidade, manejo da dor, exames complementares e orientação familiar. Conclusões: A inclusão estruturada do tema queimaduras pediátricas no currículo médico contribui significativamente para a formação de profissionais mais qualificados, preparados para o atendimento inicial eficaz e humanizado de crianças queimadas. Recomenda-se a validação da estratégia por
Avaliação funcional em pacientes com covid longa - testes funcionais versus o teste cardiopulmonar de exercício: uma revisão sistemática
(2025-10-03) FERNANDES, Eduardo Lisbôa; RITT, Luiz Eduardo Fonteles; DIAS, Cristiane Maria Carvalho Costa; VIANA, Patrícia Alcântara Doval de Carvalho; LACERDA, Filipe Ferrari Ribeiro de; VIANA, Patrícia Alcântara Doval de Carvalho
Introdução: A COVID longa tem sido reconhecida como uma síndrome pós-viral com impacto funcional significativo, caracterizada por sintomas persistentes como fadiga, dispneia e intolerância ao esforço. No entanto, permanece incerta a concordância entre testes de campo e medidas obtidas pelo teste cardiopulmonar de exercício (TCPE), considerado padrão-ouro para avaliação da capacidade funcional. Objetivo: Avaliar a associação entre os resultados de testes funcionais de campo e os parâmetros obtidos no TCPE em indivíduos com COVID longa. Metodologia: A pergunta estruturada seguiu o modelo PECO: Pacientes adultos com COVID longa (P), submetidos a testes funcionais de campo (E), comparados a parâmetros obtidos no TCPE (C), com desfecho relacionado à capacidade funcional e desempenho aeróbico (O). As buscas foram realizadas nas bases PubMed, Embase e LILACS, sem restrição de idioma, a partir do ano de 2021 até setembro de 2024. A seleção e extração dos dados foram realizadas por dois revisores independentes. Os desfechos avaliados incluíram VO₂ pico/máx, resultado dos testes funcionais (como a distância percorrida no Teste de Caminhada de 6 minutos - TC6M) e escores em escalas clínicas. O risco de viés foi avaliado com a ferramenta ROBINS-I. O protocolo foi registrado no PROSPERO sob o número CRD42024594043. Resultados: Quatorze estudos foram incluídos, totalizando 1.308 pacientes com diagnóstico de COVID longa. A faixa etária das amostras variou de 39 a 61 anos, com predominância do sexo feminino em 11 dos 14 estudos. O TC6M foi o mais utilizado, presente em 12 estudos. O Teste de Sentar e Levantar de 1 minuto e de 30 segundos (TSL1 e TSL30), o Teste da Escada (TE) e o Short Physical Performance Battery (SPPB) foram utilizados em menor frequência. O VO₂ pico/máx variou entre 17,8 e 31,6 mL/kg/min, enquanto o TC6M variou de 320 metros à 641 metros. Em três estudos, observou-se correlação positiva com coeficiente de correlação r variando de 0,34 a 0,628 entre VO₂ pico/máx e distância no TC6M. A avaliação do risco de viés, classificou 11 estudos com risco sério e 3 com risco moderado, sendo os domínios de confusão e seleção os mais frequentemente comprometidos. Conclusão: Os testes funcionais (em especial o TC6M) demonstraram potencial como ferramenta alternativa ao TCPE na avaliação da COVID longa, embora com evidências limitadas pela heterogeneidade e pelo alto risco de viés.
Análise da técnica fotogrametria para a investigação do ângulo Q do joelho em pacientes com diagnóstico de obesidade
(2025-10-07) BARROS, Joao Henrique Cerqueira; SANTOS, Clarcson P. C. dos; GOES, Bruno Teixeira; MOURA, João Augusto Reis de; FARIAS, Alexandre Maia de
Introdução: Indivíduos com obesidade frequentemente apresentam alterações posturais decorrentes da sobrecarga mecânica imposta pelo excesso de massa corporal, o que pode comprometer a funcionalidade musculoesquelética. A avaliação do alinhamento postural é essencial nesse contexto, sendo a radiografia o método padrão-ouro. Métodos alternativos, como a fotogrametria digital, têm sido investigados por sua natureza não invasiva e menor custo. Objetivo: Avaliar a acurácia e a confiabilidade da fotogrametria digital em comparação à radiografia na mensuração do ângulo Q em indivíduos com obesidade. Métodos: Estudo transversal com 49 indivíduos candidatos à cirurgia bariátrica. O ângulo Q foi avaliado por radiografia (escanometria) e fotogrametria digital, com dois avaliadores independentes. As análises incluíram Coeficiente de Correlação Intraclasse (ICC), teste t pareado, correlação de Spearman e curva ROC. Resultados: A fotogrametria apresentou excelente confiabilidade interavaliadores (ICC = 0,960), mas baixa concordância com a radiografia (ICC = 0,344), com tendência de superestimação do ângulo Q. Embora a curva ROC tenha indicado boa acurácia estatística (AUC = 0,959), essa performance não se traduziu em equivalência prática entre os métodos. Conclusão: A fotogrametria digital demonstra boa reprodutibilidade entre avaliadores, mas não deve ser considerada substituta da radiografia para mensuração do ângulo Q em indivíduos com obesidade. Recomenda-se a padronização de protocolos e o uso de tecnologias complementares em futuras investigações.
Utilização de matriz dérmica acelular para o tratamento de Fístulas palatinas em dois planos
(2025-08-07) ALMEIDA FILHO, Paulo Plessim de; KLEIN, Sibele de Oliveira Tozetto; FERNANDES, Marcílio Delan Baliza; LÌRIO, Clara Maia Bastos; SILVIA, Ricardo Mendes da
Introdução: As fissuras lábio palatinas estão entre as más formações faciais mais comuns nos levantamentos populacionais demonstrados na literatura. O objetivo final do tratamento reside no fechamento da comunicação oro-nasal e no desenvolvimento adequado da fala, com o menor impacto no desenvolvimento facial e menores taxas de complicações possíveis, como por exemplo o desenvolvimento de fístulas palatinas. Um dos grandes desafios para todos os serviços especializados é o manejo destas fístulas palatinas que podem apresentar altas taxas de incidência e recorrência. A utilização de matriz dérmica acelular (MDA) apresenta tendência em reduzir essas taxas de acordo com trabalhos recentes. Objetivo: Avaliar a eficácia da utilização de matriz dérmica acelular no tratamento de fístulas palatinas em dois planos, assim como o perfil epidemiológico dos pacientes e o perfil clínico como: classificação e caracterização das fístulas, cicatrização pós-operatória e complicações e o custo cirúrgico acrescido pelo uso da matriz dérmica acelular. Material e Método: trata-se de um estudo de intervenção não randomizado, do tipo série de casos prospectivo, baseado na avaliação da eficácia da utilização de MDA para o fechamento de fístulas palatinas em dois planos, realizado no período de setembro de 2022 a janeiro de 2023 no Hospital Santo Antônio, Salvador-Bahia. Dezoito pacientes, totalizando 20 fístulas, foram operados utilizando a matriz dérmica acelular MatridermTM. Os dados foram trabalhados no software Microsoft Excel 2010 e SPSS 21.0 (IBM). Os registros fotográficos foram utilizados para mensuração das dimensões das fístulas e da MDA utilizando o software ImageJ®. Foram excluídos deste estudo os pacientes que não assinaram o termo, que tinham dados incompletos no prontuário, que foram operados em outro serviço após o procedimento com MDA e que não fizeram as revisões previstas no pós operatório. Resultados: O gênero masculino foi o mais prevalente (72%), com variação de idade dos pacientes de 2 a 48 anos. As fístulas terciárias (40%) e secundárias (35%) foram as mais frequentes e em todos os voluntários estavam localizadas no palato duro (tipo IV) ou na transição entre o palato primário e o secundário (tipo V). A realização das fistuloplastias em dois planos com MatridermTM apresentou fechamento completo de 75% das fístulas e 85% dos casos não apresentaram mais queixas clínicas no pós-operatório. Nenhuma complicação, além da recidiva, foi observada. Conclusões: A utilização de matriz dérmica acelular (MatridermTM) contribui consideravelmente para o fechamento completo das fístulas palatinas. Trata-se de técnica simples, reprodutível, de curto tempo cirúrgico e com baixa taxa de complicações.