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Título: Sinais e sintomas de disfunção temporomandibular e bruxismo em pessoas submetidas a cirurgias bucomaxilofaciais: um estudo de corte transversal descritivo
Autor(es): SÁ, Katia Nunes
SANTOS, Julia Marcela Jardim Melo dos
Palavras-chave: Cirurgia bucomaxilofacial
Comportamentos orais parafuncionais
Bruxismo
Disfunção temporomandibular
Pós-operatório
Amplitude de movimento
Limitação de abertura de boca
Data do documento: 2024
Editor: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Resumo: Todas as pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, sejam eles estéticos ou traumáticos, correm riscos de desenvolver disfunções pós-operatórias. Apesar de existirem grandes benefícios oferecidos por uma cirurgia, as consequências do trauma cirúrgico podem impactar diretamente na vida de alguns indivíduos. Algumas pessoas que são submetidas a cirurgias bucomaxilofaciais podem ter comportamentos orais parafuncionais (COP) prévios à cirurgia ou desenvolvê-los. Objetivo: Verificar a associação de comportamentos orais parafuncionais e disfunção temporomandibular em indivíduos que foram submetidos a cirurgias bucomaxilofaciais. Materiais e métodos: Estudo de corte transversal, descritivo e analítico, realizado com pessoas que foram submetidas a cirurgias bucomaxilofaciais não eletivas em um hospital público de referência. A coleta de dados foi realizada por telefone em que foram aplicados um questionário sobre dados sociodemográficos, o Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (DC/TMD), a Escala de Limitação Funcional Mandibular (JFLS-8) e a Lista de Verificação de Comportamentos Orais (OBC). As associações foram testadas pelo teste Qui-quadrado ou Mann-Whitney, considerando um alfa de 5%. Resultados: Um total de 200 pessoas, sendo a maior parte homens jovens que sofreram acidentes automobilísticos foram inclusos nesta pesquisa. Foi observada uma mediana de 12 dias de internamento hospitalar e o tempo de seguimento pós-operatório de 12 meses. Destes, 118 (60,5%) referem não abrir a boca completamente. Todos os domínios de COP apresentaram maior escore no grupo com risco de disfunção temporomandibular, com exceção do hábito de falar prolongado. Conclusão: Todos os COPs apresentam maior escore para sinais e sintomas de DTM, com exceção do hábito prolongado de falar.
URI: https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/8986
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado



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