Oliveira, Eneida Santana dos Santos deTestagrossa, Jozélia de Abreu2017-11-132017-11-132017http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/811Durante a história da humanidade, muitos estudiosos buscaram explicar o que faz com que algumas pessoas aprendam e outras não. É óbvio que essa discussão não se restringe a alguns poucos motivos, daí a diversidade de teóricos e linhas de análises. A resposta, entretanto, não depende exclusivamente das técnicas que serão empregadas para descobrir por que a aprendizagem não acontece, ou acontece de forma lacunada com alguns sujeitos. O que de antemão precisa ser investigado é o ser. O que este apresenta como sintomatologia. Quais as dificuldades emergentes. Como ele tem demostrado que não aprende. O que ele já assegura para a interseção série/idade. Como ele se comporta frente o saber, a escola e as dificuldades que o atinge. Mas como fazer para ter essas informações? O passo é realizar uma avaliação diagnóstica para compreender o que se passa com esse ser aprendente. Para tal empreitada, faz-se necessário que se eleja uma linha de investigação e que esta tenha uma base de sustentação teórica fundamentada em estudos comprobatórios e práticas comprovadas. É claro que isso não assegura a eficácia da metodologia que será utilizada, mas cria uma confiabilidade. No presente trabalho, a linha adotada é a Epistemologia Convergente criada por Jorge Visca, que toma de empréstimo as teorias de Freud, Pichon-Rivière e Piaget. Além destas, apoia-se em estudiosos que já discutiam as dificuldades de aprendizagem e o sujeito aprendente. A fundamentação da Epistemologia Convergente, como o próprio nome diz, baseia-se no entendimento de que a pessoa emprega a cognição, o afetivo e o social em sua vida, o que comprova que o sujeito não é fragmentado e que todos esses aspectos interferem na sua aprendizagem ou não aprendizagem. Além dos aportes teóricos, também serão apresentados os passos de uma avaliação diagnóstica, que teve como sustentação as técnicas propostas pela Epistemologia Convergente. A concepção de que o sujeito aprende em processo foi aplicada coerentemente a partir do momento que levamos para a prática toda a teoria estudada durante o curso. É aprender planejando, executando, avaliado e ressignificando. A prática aconteceu na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública como parte prática do Curso de Especialização em Psicopedagogia. Todas as sessões ocorreram no Serviço de Psicologia da referida Instituição, sob a supervisão da professora/orientadora Jozélia de Abreu Testagrossa.pt-BRPsicologiaPsicopedagogiaOs sujeitos aprendentes, as apredizagens e a epistemologia convergentes: intersecções e análisesTrabalhos finais e parciais de curso: Monografias de Especialização